BI336 - O Instalador

EDITORIAL A eficiência energética é um pilar fundamental para o desenvolvimento sustentável e para a competitividade no setor das instalações técnicas. Nesta edição d’O Instalador, destacamos quatro áreas – chillers, eletricidade e iluminação, frio industrial e energias renováveis – explorando os desafios em cada uma delas. No caso dos chillers, estes desempenham um papel crucial nos sistemas de climatização e refrigeração, sendo responsáveis por uma parcela significativa do consumo energético em edifícios comerciais e industriais. São várias as marcas que apostam em soluções para a descarbonização de edifícios, como a France Air para quem este é um compromisso para aumentar a eficiência dos sistemas de produção térmica e fomentar o uso de energias renováveis. Já o setor da iluminação enfrenta um período de transformação e desafios para 2025. A evolução tecnológica, as dinâmicas de mercado e as tendências de consumo obrigam as empresas a adaptarem-se para manterem a competitividade. Nesta edição, a Associação dos Industriais Portugueses de Iluminação (AIPI) desvenda os principais desafios do setor da iluminação em Portugal, enquanto o IEP lança a questão: será a normalização na indústria da iluminação uma oportunidade para crescer? No dossier dedicado ao frio industrial, vemos que são cada vez mais as exigências de regulamentação nesta matéria. Tiago Oliveira, da AIPOR - Associação dos Instaladores de Portugal, partilha a sua visão sobre a descontinuação progressiva (Phase out) dos Fluidos Frigorigéneos Fluorados e as novas credenciações de pessoas. No caminho para a eficiência energética e para reduzir a dependência de combustíveis fósseis, a incorporação de fontes de energia renovável nas instalações apresenta-se como uma estratégia eficaz. João Gondar, dos Future Energy Leaders Portugal / Associação Portuguesa da Energia, revela o potencial de Portugal para a produção de energia renovável no oceano, principalmente através da energia eólica offshore. Já Nuno Roque, da APIRAC, revela o contributo das bombas de calor para as novas metas relativas ao consumo de energia proveniente de fontes renováveis. Aproveito para marcar encontro com o leitor no próximo dia 10 de abril, na edição deste ano da Tektónica, onde vamos organizar uma mesa redonda para discutir os principais desafios e oportunidades do setor AVAC em Portugal. Boas leituras. O caminho para a eficiência energética António Carias de Sousa é o novo presidente do Conselho Diretivo da OE Região Sul O Conselho Diretivo da Ordem dos Engenheiros Região Sul já tomou posse e reforça o compromisso com a engenharia. A Lista RA venceu as eleições com uma estratégia assente em quatro vetores principais: valorizar, prestigiar, atrair e agilizar. A tomada de posse dos membros eleitos para o Conselho Diretivo da Ordem dos Engenheiros – Região Sul (OERS), para o mandato de 2025-2028, decorreu no passado dia dia 26 de março no Auditório Armando Lencastre, na sede da Ordem dos Engenheiros – Região Sul. António Carias de Sousa tomou posse como presidente do Conselho Diretivo da Região Sul, Elisa Maria de Jesus da Silva como vice-presidente, Rita Moura como secretário e Pedro Coelho como tesoureiro. Carla Melfe, Daniel Silva e Susana Serôdio integram o Conselho como vogais. Lídia Santiago assumiu a presidência da Mesa da Assembleia Regional, e tomaram também posse José Paulo e Tiago Pinto Ribeiro, como presidentes do Conselho Fiscal e Conselho Disciplinar, respetivamente. O evento assinalou ainda o início de funções dos vogais regionais, representantes dos 17 Colégios de Especialidade da Ordem dos Engenheiros, bem como dos Delegados das seis Delegações Distritais. “Assumimos este mandato com a responsabilidade de impulsionar a Engenharia na Região Sul, promover a sua valorização e garantir um futuro para os nossos membros. Vamos trabalhar continuamente para criar um ambiente de colaboração entre todos, inovação e excelência”, declarou António Carias de Sousa.

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